Atendimento de urgência e emergência nos planos de saúde

Regras gerais para todo procedimento imediato

Embora existam diferenças entre uma situação e a outra, em ambos os casos a espera deve ser minimizada, assim como o bem-estar de quem será atendido. É proibido qualquer medida que seja tomada para cercear ou bloquear o direito do paciente ao atendimento.
O serviço pode ser negado quando solicitado por problemas crônicos ou preexistentes antes da contratação do plano de saúde. Para doenças que já existam antes do fechamento com o corretor do plano de saúde, é necessária uma carência mínima.
Em menos de dois anos, não é possível realizar cirurgias com agendamento, exames e procedimentos de alta tecnologia, como UTI, para doenças já conhecidas pelo contratante. ( Cobertura parcial temporária)

Tempo mínimo para fazer uso de pronto atendimento pelo plano

A carência é um prazo mínimo determinado por lei pelo Ministério da Saúde, que autoriza o acesso a determinadas práticas. O prazo varia de acordo com o procedimento, sendo menor para consultas e maior para cirurgias agendadas, por exemplo.
No caso de atendimentos de urgência e emergência, após 24 horas de assinado o contrato, fica válida a cobertura pelo plano de saúde nos hospitais e redes credenciadas.
No caso de partos a termo, a maioria dos planos pede o mínimo de 300 dias de carência. Já para internações mais complexas, o prazo é de 180 dias.
Cobertura prevista para plano de saúde ambulatorial
Ao contratar um plano de saúde do tipo ambulatorial, está previsto o atendimento de urgência ou emergência no decorrer de 12 horas da entrada do paciente no hospital. Caso haja necessidade de internação prolongada ou cirurgia, a pessoa é transferida para um hospital público.

Cobertura prevista para plano de saúde hospitalar

A mesma coisa pode acontecer com quem contrata o plano hospitalar, porém ainda não possui carência para realização de cirurgias mais complexas. Nesse caso, o paciente também é enviado a um hospital público ou sob responsabilidade de pagamento pelo usuário.
Uma vez passado o prazo de carência para cirurgias e internações, o paciente é transferido dentro da mesma instituição, sem nenhum gasto a mais.
O que é atendimento de emergência
Denomina-se um procedimento de caráter emergencial quando há risco eminente de morte ou lesão irreparável. A emergência deve ser designada sempre com a declaração do médico.
Um caso de emergência é aquele em que todas as ações apresentam demanda imediata, com risco de morte ou sequela grave. Sua situação médica é considerada grave e dependente de rapidez e agilidade.

No quadro de condições e sintomas que são encaixados como emergências, estão:
crises de convulsão;
lesões na coluna cervical;
perfurações na região abdominal, crânio sacral ou no peito;
politraumatismos;
queimaduras profundas;
alergias graves;
traumatismo craniano grave;
falta de ar;
estado de coma;
dor no peito, com aparência roxa.
O que é atendimento de urgência
As situações médicas consideradas urgentes são aquelas que devem ser tratadas em um curto período de tempo, porém a espera não interfere de modo definitivo na saúde e no bem-estar do paciente. Nos casos urgentes, não há risco de morte ou perda de membro.
Acidentes domésticos e pessoais, assim como complicações na gestação, são exemplos típicos de atendimentos de urgência. Além desses, são enquadrados como situações de urgência:
baixo nível de consciência ou desmaio;
dor abdominal, torácica ou de cabeça nível leve;
pressão alta;
febre;
náuseas frequentes;
sangramento vaginal;
crise asmática;
traumatismo craniano leve.

Quais atendimentos estão fora de urgência e emergência no plano de saúde

Há situações que não requerem atendimentos rápidos, sendo melhor para o paciente e sua recuperação a marcação de uma consulta médica com especialista. Se enquadram aquelas situações médicas que não preveem agravamento nem risco eminente à saúde.
Entre os casos mais comuns, estão gripes fortes, fraqueza, perda de apetite, otite, cistite, febres baixas, depressão e crises nervosas.

Como proceder quando o atendimento de urgência ou emergência não é autorizado

Não raro, pacientes são barrados tendo seu atendimento negado na porta de clínicas e hospitais. A primeira atitude a ser feita pelos familiares ou acompanhantes é solicitar o motivo da recusa.
Em muitos casos, o mal entendimento se dá com relação à carência de 180 dias para internação e cirurgias: o prazo deve ser respeitado para realizá-las de modo agendado, programado. Em caso de urgência e emergência, é obrigação do plano a cobertura, passadas as 24 horas da assinatura.
Outro fator que pode deixar dúvidas é com relação a doenças preexistentes. Sendo uma situação adversa, em que não foi possível agir com prevenção ou previsibilidade, então é considerada uma condição médica de emergência e deve ser coberta pelo plano.

Quando é possível pedir reembolso ao plano de saúde

Há a probabilidade de reembolso integral de valores despendidos em atendimento quando não for possível contratar os serviços do plano, seja por problemas de comunicação do hospital com a seguradora, por falta de leitos, equipamentos ou médicos disponíveis.
Como garantir seus direitos de paciente
A seguradora é obrigada a prestar atendimento em todos os casos médicos de urgência e emergência, sendo um direito assegurado por lei. Mesmo que esteja fora da área da abrangência do plano, o paciente pode ser atendido e solicitar o reembolso depois.
Tais exigências estão dispostas no Código de Defesa do Consumidor e na Lei dos Planos de Saúde. Em casos de qualquer negativa de atendimento em caráter emergencial, é preciso acionar a justiça e buscar intervenção do Poder Judiciário.
Entender a diferença entre urgência e emergência no plano de saúde pode otimizar os atendimentos e tornar o acesso a esses serviços mais fácil
Por CoopSeg

Unimed-Rio tem 90 dias para se recuperar ou fechar as portas

O termo de compromisso que pode salvar ou dar fim à Unimed-Rio, que vive a pior crise financeira de sua história e acumula um prejuízo de R$ 2,8 bilhões, foi assinado, hoje, na sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no Rio. Segundo o acordo, a Unimed-Rio tem 90 dias para promover ajustes econômico-financeiros e se recuperar. Se não conseguir, ela terá que, ao final deste período, transferir seus beneficiários para outra operadora de planos de saúde.

Assinam o termo representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Unimed-Rio, da Central Nacional Unimed, da Unimed Seguros e do Sindicato dos Hospitais do Rio.

POR DANIEL BRUNET  – 24/11/2016 17:51 – Jornal O Globo

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6 motivos para fazer previdência privada

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Por que fazer uma previdência privada?

Muita gente ainda tem dúvida se deve aplicar dinheiro em uma poupança ou em uma previdência privada. É bom lembrar que, além de assegurar uma aposentadoria mais tranquila, a previdência privada ainda pode ser uma forma de investir nos seus planos futuros como abrir um negócio, comprar um imóvel ou custear a faculdade do filho. Por isso, aqui vão 6 motivos para você refletir.

  1. Manter o padrão de vida na aposentadoria

A Previdência Social não vai se equiparar ao seu salário hoje. O INSS vai suprir parte das suas despesas. No entanto, com o avanço da idade existem despesas adicionais como medicamentos. E se você sonha em viajar essa conta não vai fechar mesmo. Então o ideal é que você tenha outra fonte de renda para manter o padrão de vida na aposentadoria e viver a sua melhor idade tranquilamente!

  1. Deduzir do imposto de renda

Se optar pelo PGBL, você pode deduzir o seu investimento no importo de renda declarando no IR até o limite de 12% da renda bruta anual tributável. Esta é uma vantagem para quem declara pelo modelo completo. A previdência privada é o único investimento que permite isso!

  1. Diversificar os investimentos

Aconselhamos  que você diversifique seus investimentos. Se você tem uma poupança, isso não quer dizer que não pode fazer uma previdência privada, pois os objetivos são diferentes. A poupança serve com uma reserva para uma emergência e a previdência privada como um investimento para o seu futuro ou da sua família.

  1. Poupar com disciplina

Se você é daqueles que não tem disciplina para juntar dinheiro, fazer uma previdência privada pode ser a solução. Um dos princípios de educação financeira é “se pague primeiro”. E, são, cada vez mais, raras as vezes que sobra dinheiro no final do mês para investir. Por isso, você deve encarar a previdência privada como uma conta mensal, igual às outras contas da casa. Assim você vai conseguir manter as contribuições mensais.

  1. Deixar um patrimônio para quem você ama

O dinheiro investido na Previdência Privada não entra em inventário. A reserva criada pode ser transferida para quem você designar sem a burocracia do inventário. Assim você garante que sua família não vai ficar sem dinheiro caso você venha a faltar. Inclusive podendo ser utilizado para realizar a sucessão dos bens.

  1. Investir com profissionais do ramo

Se você não entende de investimento deixe com os profissionais especializados. Finanças já é um tema difícil, saber então qual é o melhor fundo para se investir exige um pouco de conhecimento. Quando você contrata uma previdência privada, especialistas aplicam sua reserva nos fundos de investimento mais indicados.

Ainda possui dúvidas se a Previdência Privada? é o melhor investimento para você? Que tal realizar um estudo personalizado? É possível saber o valor do investimento mensal da contratação para cada objetivo, de acordo com as suas necessidades. Não perca mais tempo, faça o seu planejamento com quem entende!

Qual o meu papel na sua vida?

Comecei minha carreira na área de seguros em 2005 na SulAmérica Seguros como estagiário de Administração, época em que eu não fazia ideia do que era uma apólice de seguro,  sinistro,  seguro para incêndio…PGBL/ VGBL.. Falar de morte e invalidez era tabu e  como diziam os mais velhos “atrai coisa ruim”.   Ao entrar na  SulAmérica, onde  amadureci profissionalmente após 10 anos de dedicação, um novo mundo de possibilidades se apresentou para mim. Tive a oportunidade de passar por diversos cargos e setores, me formei em Administração, concluí a Pós em Gestão de Projetos e posteriormente MBA Executivo de Seguros e Resseguros.

 Felizmente, quando somos inseridos no ramo de seguros e entendemos a importância de planejar nossa vida e morte, não conseguimos nos desvencilhar. Atualmente sou sócio da corretora Equacionar Seguros. Com apenas três anos no mercado, já obtivemos ótimos resultados. Em 2015 ganhamos o nosso primeiro prêmio  – LIGA METLIFE  (Seguro de vida) e em 2016 ficamos em terceiro lugar na Porto Seguro em nossa Sucursal (Previdência Privada). O  corretor de seguros tem  um papel social de suma importância, o de  desenvolver  a cultura da proteção pessoal através de diversos dispositivos do Seguro de Vida (morte, invalidez, doenças graves, incapacidade temporária, majoração) e Previdência privada (PGBLVGBL).

Por que temos um papel de grande relevância social?

Quando o provedor da família morre prematuramente, é através do meu trabalho que a sua família será assistida e seu filho terá um futuro melhor.

Quando o provedor da família adoece ou se torna inválido é a minha orientação que vai fazer com que as economias que estavam reservadas para os estudos dos filhos e/ou a realização de um sonho, não sejam exauridas devido à falta de planejamento anterior.

É através da minha consultoria que lhe proporciono uma aposentadoria livre de preocupações.

É a minha insistência que faz você perceber a importância de cuidar do presente e investir e planejar o seu futuro. Infelizmente, nem sempre conseguimos conscientizar nossos clientes sobre a importância de um seguro bem feito. Às vezes ficamos frustrados em ver famílias que receberam nossas orientações, mas optaram por não segui-las, passando por momentos difíceis, nos quais um pequeno planejamento teria feito uma grande diferença. Por isso, desculpe o transtorno, mas precisamos cuidar do seu futuro.

A maioria das pessoas não planeja fracassar, fracassa por não planejar.

― John L. Beckley

 

O Seguro de seu Autómovel e a Violência Urbana

Há tempos ouvimos dizer que automóvel é uma das paixões nacionais dos brasileiros e, apesar da cultura do seguro ainda não ser tão disseminada em nosso país, é perceptível o aumento do interesse em amenizar perdas devido a eventualidades oriundas de:  ROUBO/FURTO, INCÊNDIO, COLISÃO e, com estas recorrências de chuvas fortes, ALAGAMENTO de seu automóvel.

Por isso, percebe-se uma maior preocupação do brasileiro quanto à contratação de um seguro!

Lembrando de que as chamadas Associações, que vendem a ideia de “seguro” como “proteção veicular” não são legalizadas e, por isso, não são reconhecidas pela SUSEP. Daí a importância de se contratar um seguro com Entidades Seguradoras.

Um dos fatores propulsores deste interesse é o cenário em que podemos chamar de caótico, o qual se encontra nosso Estado do RIO DE JANEIRO, que tem sofrido com o alto índice de violência.

Este é um dos principais fatores que incidem diretamente sobre a precificação do seguro, em que ressaltamos que, segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), na Cidade do Rio de Janeiro, houve um crescimento de 13% nos roubos em 2015 com relação ao ano anterior!

Além disso, dados fornecidos pela mesma Instituição, corroboram com tal fato, pois mostram quais bairros onde os veículos foram mais roubados em 2015.

O bairro de Vilar dos Teles, em São João de Meriti, lidera a lista, seguido pelo município de Duque de Caxias, os bairros de Vicente de Carvalho, Honório Gurgel, Pavuna, Bangu, Ricardo de Albuquerque, Campo Grande, Alcântara, Campos Elíseos, Realengo, dentre outros.

Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/os-50-bairros-onde-mais-veiculos-sao-roubados-no-rio